No ápice do materialismo positivista, enfeixado na obra de Auguste Comte, manifestei-me numa pequena cidade do interior da França, em 1858.

Quando a Rússia criava o totalitarismo ateu, surgi em área campesina de Portugal, nos céus de uma das mais pobres nações europeias, em 1917.

Em pleno apogeu da guerra fria, visitei um “insignificante” rincão doutro paupérrimo país do Velho Mundo, a Iugoslávia, em 1981.

Na atualidade, escolhi a menor capital do Nordeste brasileiro, Aracaju, para me fazer ouvida, desde 20101. As razões históricas para isso ficarão mais claras no futuro, examinadas em retrospectiva, o que não me cabe adiantar.

Após cada uma das mencionadas aparições, todavia, porque as criaturas humanas não se permitiram tocar pelos influxos da fé e da confraternização universal, houve: a guerra franco-prussiana de 1870, as duas conflagrações mundiais, de 1914 e 1939, o massacre de Kosovo dos anos 1990, os conflitos bélicos envolvendo o Iraque, nas décadas de 1990 e 2000, e a era terrorista pós-11 de setembro de 2001.

Em todas as localidades citadas, promovi, em Nome do(a) Criador(a), fenômenos extraordinários que atestassem a autenticidade de minhas comunicações diretas.

Presentemente, na era não apenas da informação excessiva, com pouca maturidade e lucidez correlatas, mas também do cansaço com os abusos perpetrados pelas religiões formais, invoquei, como porta-voz da Divindade, a realização de um milagre sem precedentes na história da civilização terrestre: a suspensão provisória de óbitos num agrupamento de centenas de pessoas, por décadas consecutivas…2

Mas os seres humanos continuam indiferentes, empedernidos… O que mais será preciso acontecer?… A Misericórdia Divina implicada no prodígio da garantia da vida, triunfante contra as leis da probabilidade matemática, não é suficiente Sinal Celeste?

Lamentavelmente, importa registrar:

Se as almas encarnadas na Terra dos dias que correm, a despeito de tão preciosa evidência do Alto, não se converterem a um propósito existencial de devoção a Deus, fraternidade irrestrita e serviço ao bem comum, não restará alternativa ao Governo Espiritual do planeta, senão liberar o ceifador implacável, o anjo da morte, a se exprimir, livre e voraz, como talvez nunca tenha ocorrido até hoje…

Venho pedindo pela humanidade… E rogo aos corações de boa vontade se unam em redes de oração, para que a graça seja bastante ao despertar das consciências e então se evite o pior: os expedientes evolutivos da desgraça…

Benjamin Teixeira de Aguiar (médium)
Eugênia-Aspásia (Espírito)
em Nome de Maria Cristo
31 de janeiro de 2015

1. Ano em que as epístolas de Maria Cristo passaram a ser transmitidas com periodicidade mais frequente. No período 2006-2009, elas eram anuais; hoje, semanais.

2. Referência ao “Fenômeno das Não Mortes”. Vide seção “Endossos Divinos”.

 

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