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Torpor nos Feriados Prolongados.

Nos fins de semana prolongados e em celebrações populares de vulto, qual o Carnaval, a mente coletiva, letárgica com os excessos de muitos e as frustrações abundantes de outros tantos, gera uma mórbida psicosfera de torpor na psique geral, induzindo ao sofrimento caracteres mais sensíveis, dificultando a concentração e o trabalho, mesmo entre os mais empenhados…

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A Caridade Maior.

A caridade, amiúde, é confundida com o mero assistencialismo que amesquinha caracteres, mantendo os beneficiários dependentes e incapazes de suprirem as próprias necessidades, ou com a filantropia que substitui funções do Estado – embora possa ser este secundado pela iniciativa privada. Nem uma nem outra forma de abordagem, todavia, assinalam os atos legitimamente provindos do coração.

Ambas têm seu valor, obviamente, mas o amor que transforma o ser e edifica quem lhe é objeto traduz-se, normalmente, por conduta esclarecedora, palavras de conforto, sentimentos de pacificação – amor que cura, toca e modifica almas…

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Quem Fala?

Comunique-se. Mas avalie o que em você toma a frente, no processo de extravasão de ideias e sentimentos.

Você já notou que há “vozes” introjetadas em si? Pseudofragmentos do seu “eu” que não passam de enxertias perniciosas levadas a cabo em seu psiquismo, ainda que, muita vez, com boas intenções? A educação familiar, a instrução formal, os padrões culturais de lugar, profissão e classe social, religião, partido político, inoculam no indivíduo fontes-geratrizes de nódulos-módulos opiniáticos, preconcebidos, cristalizados… castrantes, autocastradores!

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Três Humanidades.

Competitividade exacerbada, ímpetos de revide sem freios, medo e ira desgovernados? Eis o padrão dos indivíduos que vivem na faixa da subconsciência animal, basicamente mobilizando, quando em organismos biológicos, a camada primitiva do “tronco cerebral” ou “cérebro reptiliano”, assim denominado por partilharmos sua estrutura fundamental com os lagartos, crocodilos, serpentes e outros répteis…

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Quatro Sóis.

O Natal foi fixado sete dias antes do término do ano, histórica e politicamente, para substituir o culto pagão ao deus Sol, no solstício de inverno do Hemisfério Norte, pela celebração cristã do nascimento de Jesus; e, simbólica e espiritualmente, com o propósito de os indivíduos trazerem a Luz Solar do Cristo a suas consciências, com isso sendo propelidos a um recomeço em suas vidas, no contexto de outro significativo e pujante símbolo de uma nova existência a se iniciar, corporificado no ciclo de translação planetária do novo ano…

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