A fé não nos exime de sofrer as vicissitudes da existência, mas sim nos ajuda a atravessá-las com galhardia e paz relativa, apesar dos conflitos.

Eis um paradoxo. Embora o turbilhão do purgatório em torno nos trespasse as almas e, de certa forma, nos aflija, podemos nos pacificar, mantendo-nos ativos(as) na busca de soluções e confiantes na Divina Providência.

Assim como Jesus, no Plano Crístico, faceou a Paixão, todos os seres humanos, com destaque para mártires, santos(as) e médiuns, igualmente carregam sua cruz, de maneiras e em medidas diferençadas.

Trata-se de uma experiência arquetípica, mítica, mística. As forças do mal existem e se contrapõem às do bem. Cabe a cada criatura utilizar a energia que flui entre os dois polos, canalizando-a de modo construtivo, resolutivo, altruístico.

Benjamin Teixeira de Aguiar e
Amigos(as) Espirituais
8 de janeiro de 2026