Categoria: Espírito Gustavo Henrique

Longevidade Dilatada.

Com os recursos novos da Medicina – medicamentosos, sanitários, cirúrgicos, entre outros –, podemos viver mais de uma existência numa mesma reencarnação. O desafio de viver em função dos ideais do Espírito, num ambiente material, é que nos faz desenvolver, paradoxalmente (…)

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Asco Vulgar e Repulsa Nobre.

Existe o asco que indica projeção psicológica de tendências inconscientes do indivíduo. E há a repulsa natural entre seres de faixa espiritual muito diversa: um tipo de rejeição íntima à atitude e ao modo de ser imorais de alguém, que constitui vivência peculiar a almas nobres, embora facilmente se confunda com a hipocrisia de moralistas presunçosos. (…)

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Atalho para a Felicidade.

É recorrente a sugestão, muito construtiva e nobre, de ouvir a voz da consciência, seguir a própria intuição (que os americanos – não por acaso, agressivos e competitivos como são – teimam em chamar, numa tradução grosseira, mas não equivocada, de “instintos”), descobrir e realizar os sonhos mais ousados, atender e concretizar os reclamos do coração. (…)

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A Fonte Físico-Mística das Graças

Em situações em que não há concorrência, fazem-se necessárias grandes quotas de consciência.

Leis antitruste, no meio econômico, e a luta contra toda forma de totalitarismo, no âmbito político, dão ideia da importância da vida em sociedade, que, ironicamente, por propiciar o atrito da competição e o embate dos interesses conflitantes (…)

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Observando Alguém.

Numa interação com alguém, a ilusão que se tem é que se ouve e se vê exatamente o que o(a) outro(a) é. A interpretação psicológica que se faz do interlocutor, as próprias limitações linguísticas, de parte a parte e dos idiomas de um modo geral, constituem apenas alguns ligeiros pontos que se podem levantar, no estudo da percepção humana, basicamente projetiva…

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A Caridade Maior.

A caridade, amiúde, é confundida com o mero assistencialismo que amesquinha caracteres, mantendo os beneficiários dependentes e incapazes de suprirem as próprias necessidades, ou com a filantropia que substitui funções do Estado – embora possa ser este secundado pela iniciativa privada. Nem uma nem outra forma de abordagem, todavia, assinalam os atos legitimamente provindos do coração.

Ambas têm seu valor, obviamente, mas o amor que transforma o ser e edifica quem lhe é objeto traduz-se, normalmente, por conduta esclarecedora, palavras de conforto, sentimentos de pacificação – amor que cura, toca e modifica almas…

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