Uma “Dama da Lamparina” Encarnada no Mundo das Sombras (*).
Prezada filha do coração:
Conhecemos tua dor silenciosa, suportada heroicamente, ano sobre ano, agindo generosamente, enquanto recebes, oceanicamente, vibrações descompensatórias de ódio e asco gratuitos… Isso, desde a longínqua infância e, depois, por três décadas a fio, no transcurso da adolescência e da vida adulta jovem. Em vez, entrementes, de te debateres contra a fúria do destino, aceitaste sempre, contrita, reconhecendo que, após deliberar o que te era cabível, só te restava compreender que se tratava da Vontade Divina, e, assim, a Ela te resignavas…
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