
Quando Jesus afirmou “Eu e o Pai somos Um”, apresentou-Se como Figura Arquetípica da Paternidade Divina, simbolizando, de modo antropomórfico, a Face Paternal do Ser Supremo.
Foi o Cristo da Verdade que propôs o tratamento íntimo de “Pai” para Deus, antes visto como o temível, iracundo e instável Javé, dentro da mitologia complexa da Bíblia, que demanda muito critério de exegese, a fim de se evitarem interpretações sacrílegas em relação ao Que ou a Quem seja o(a) Criador(a).
Em Jesus, o Paradigma Máximo de plenitude humana: a firmeza geminada à afabilidade, o espírito de extrema humildade consorciado à completa consciência do próprio valor, o serviço integral ao bem comum em perfeita composição com a liderança segura e gloriosa.
N’Ele, o Alfa e o Ômega da Criação na Terra, o Homem por excelência, o Pai Espiritual Coletivo a Quem todos(as) podem se dirigir, com confiança e abertura incondicionais.
Benjamin Teixeira de Aguiar (médium)
Eugênia-Aspásia (Espírito)
em Nome de Maria Cristo
9 de agosto de 2014


